Nel 2013 Caetano Veloso compone la sua prima canzone in collaborazione con Arnaldo Antunes, cantante, compositore, poeta e artista visuale brasiliano, classe 1960, nato a Sao Paulo. È stato membro della rock band Titãs, di cui è stato co-fondatore nel 1982. Dal 1992 ha iniziato la sua carriera solista. Ha pubblicato poesie e il suo primo libro è stato stampato nel 1983. Ha fatto parte del gruppo Tribalistas con Marisa Monte e Carlinhos Brown.
Il pezzo è una ballata dolce e romantica, caratterizzata dal suo timbro vocale, basso e baritonale, l'arrangiamento comprende pianoforte e clarinetto. La canzone verrà utilizzata in un film di Guel Arraes.
Antunes la pubblicherà nel 2013 nel suo disco cd chiamato "Disco". Veloso non l'ha mai eseguita nei suoi concerti.
MORRO AMOR
Morro, amor
Todo dia eu sei que vou morrer de ti
E que amanhã de novo eu estarei aqui
Pra não cicatrizar essa ferida
Até aonde a morte nos permita
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Todo dia eu sei que vou morrer de amor
Como se diz morrer de rir ou de calor?
Mas sei também que o amor um dia morre
Contra todo amante o tempo corre
Morre o amor
Morre o amor
Morre o amor
Morre o amor
Driblando esse destino nosso amor se faz
A cada sol a pino eu peço um dia a mais
Pra não acreditar na despedida
Até aonde nos levar a vida
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
No palco de um teatro, no hall, no saguão
No quarto de um apartamento ou num portão
Num brinde, numa brincadeira sem razão
Não há como blindar um coração
Pra não acreditar na despedida
Até aonde nos levar a vida
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
No palco de um teatro, no hall, no saguão
No quarto de um apartamento ou num portão
Num brinde, numa brincadeira sem razão
Não há como blindar um coração
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