Il 1989 ci regala un album molto bello, uno dei più acclamati e lodati della discografia di Veloso: "Estrangeiro".
"Branquinha" fa parte di questo album ed è una canzone dedicata a Paula Lavigne, attrice, produttrice e impresaria brasiliana, che è stata sposata con Caetano dal 1986 al 2004 e con cui ha avuto due figli, Tom e Zeca. I due sono tornati a far coppia dal 2016.
Per questa canzone d'amore rivolta alla sua compagna, Caetano decide di optare per un arrangiamento minimale, solo voce e chitarra.
Dal vivo viene riproposta raramente, vediamoci una esibizione del 2017 eseguita in Portogallo:
In questa intervista Caetano parla di "Este amor" e "Branquinha", le due canzoni scritte per i suoi grandi amori, Dedè Gadelha, prima moglie e Paula Lavigne, sposata in seconde nozze. Entrambe le canzoni sono contenute nel disco "Estrangeiro":
BRANQUINHA
Eu sou apenas um velho baiano
Um fulano, um caetano, um mano qualquer
Vou contra a via, canto contra a melodia
Nado contra a maré
Que é que tu vê, que é que tu quer,
Tu que é tão rainha?
Branquinha
Carioca de luz própia, luz
Só minha
Quando todos os seus rosas nus
Todinha
Carnação da canção que compus
Quem conduz
Vem, seduz
Este mulato franzino, menino
Destino de nunca ser homem não
Este macaco complexo
Este sexo equívoco
Este mico-leão
Namorando a lua e repetindo:
A lua é minha
Branquinha
Pororoquinha, guerreiro é
Rainha
De janeiro, do rio, do onde é
Sozinha
Mão no leme, pé no furação
Meu irmão
Neste mundo vão
Branquinha
Pororoquinha, guerreiro é
Rainha
De janeiro, do Rio, do onde é
Sozinha
Mão no leme, pé no furação
Meu irmão
Neste mundo vão
Mão no leme, pé no carnaval
Meu igual
Neste mundo mau
TRADUZIONE
Sono solo un vecchio di Bahia
Un ragazzo, un Caetano, un fratello qualunque
Vado contromano, canto contro la melodia
nuoto contro corrente
Cosa vedi, cosa vuoi,
Tu che sei così regina?
bianchissima
Carioca di propria luce, luce
Solo mia
Quando tutte le tue rose nude
Tutte
Garofano della canzone che ho composto
chi conduce
vieni a sedurre
Questo mulatto magrolino
destinato a non essere mai un uomo no
questa scimmia complessa
questa sessualità equivoca
questa scimmia leonina
Incontrando la luna e ripetere:
la luna è mia
bianchissima
Pororoquinha, il guerriero è
regina
Da Janeiro, dal fiume, da dove viene
Da sola
Mano sul timone, piede sull'uragano
Mio fratello
in questo mondo vai
bianco
Pororoquinha, il guerriero è
regina
Da gennaio, da Rio, da dove viene
Da sola
Mano sul timone, piede sull'uragano
Mio fratello
in questo mondo prendono
mano sul timone, piede sul carnevale
mio pari
in questo brutto mondo
ACCORDI
D7+ Em7 A7
Eu sou apenas um velho baiano, um fulano, um caetano, um mano qualquer
Am7 D7/9 G7M Gm6
Vou contra a via, canto contra a melodia, nado contra a maré
F#m7 B7/9 Em7 A7
Que é que tu vê, que é que tu quer, tu que é tão rainha?
Bm Bm/A G7M A7/13
Branquinha, carioca de luz própria luz
Bm Bm/A G7M A7/13
Só minha, quando todos os seus rosas nus
Am D7/9 G7M Gm6 F#m B7/9 Em7 A7
Todinha, carnação da canção que compus. Quem conduz, vem seduz
D7M Em7 A7
Este mulato franzino, menino. Destino de nunca ser homem, não
Am7 D7/9 G7M Gm6
Este macaco complexo. Este sexo equívoco. Este mico-leão
F#m7 B7/9 Em7 A7
Namorando a lua e repetindo: A lua é minha.
Bm Bm/A G7M A7/13
Branquinha Pororoquinha, guerreiro é
Bm Bm/A G7M A7/13
Rainha de janeiro, do Rio, do onde é
Am D7/9 G7M Gm6 F#m B7/9 Em7 A7
Sozinha, mão no leme, pé no furacão. Meu irmão. Neste mundo vão
D7M A7/13 D7M A7/13 Em7 A7 Am D7/9 G7M Gm6 F#m B7/9 Em7 A7
Bm Bm/A G7M A7/13
Branquinha. Pororoquinha, guerreiro é
Bm Bm/A G7M A7/13 Am D7/9 G7M Gm6 F#m B7/9 Em7 A7
rainha de janeiro, do Rio, do onde é sozinha. Mão no leme, pé no carnaval. Meu igual.Neste mundo mau
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